Exposição Gratuita ‘Lendo e Escrevendo com Anne Frank’ em Teresina

A exposição “Lendo e Escrevendo com Anne Frank” oferece uma imersão gratuita na vida da jovem escritora e no período da Segunda Guerra Mundial. A mostra está aberta para visitação na Galeria de Arte Nonato Oliveira, localizada no Clube dos Diários, no Centro de Teresina. A exposição ocorre de terça-feira (17) a sábado (21), com funcionamento das 8h às 20h.

Esta iniciativa é uma colaboração do projeto Anne Frank Presente, sediado em Teresina, com instituições como a Casa de Anne Frank, em Amsterdã, e o Instituto Plataforma Brasil, de São Paulo.

O acervo da exposição apresenta painéis informativos sobre a história de Anne Frank e sua família. Inclui também obras da escritora, como 'Contos do Esconderijo' e o 'Caderno de Frases Bonitas', ambos produzidos por Anne Frank enquanto esteve escondida no Anexo Secreto durante o Holocausto.

A programação contempla diversas atividades educativas, como produção de textos, desenhos, pinturas e jogos pedagógicos. O objetivo principal é incentivar o público, especialmente estudantes, a refletir sobre temas como leitura, escrita e memória.

Escolas interessadas em agendar visitas guiadas à exposição podem realizar o contato prévio através do telefone (86) 9 9411-9879.

Quem foi Anne Frank?

Anne Frank nasceu em Frankfurt, Alemanha, em 12 de junho de 1929, em uma família judia. Para fugir da perseguição nazista, sua família mudou-se para a Holanda em 1934. Após a invasão nazista em 1940 e a intensificação da perseguição aos judeus em 1942, Anne e sua família foram forçadas a se esconder por dois anos. Seu famoso diário teve início em 12 de junho de 1942, em seu 13º aniversário, com a última anotação em 1º de agosto de 1944. Três dias depois, o esconderijo foi descoberto e a família foi detida. Anne foi enviada para o campo de concentração de Bergen-Belsen, onde faleceu no início de 1945, aos 15 anos, sendo uma das seis milhões de vítimas do regime nazista. Seu diário foi preservado em Amsterdã por funcionários de seu pai, Otto Frank, que o publicou após a guerra.

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